Talvez você realmente tenha perdido a oportunidade (o poder) de me deixar saudades.
Porque zombaste do aleijo de minha palavra, da franqueza de minha poesia, do som profético da canção que te fiz.
Perdoe, agora não tenho nem se quer uma vírgula pra te dar, os meus nervos estão ainda nesse lugar, se adaptando, e meus pensamentos, não tenho escrito.
Só o vulto de teu corpo perseguindo a lentidão de meus olhos, a falta de reflexo de meus sentidos, no entre-sono enquanto adormeço.
Mantenho-me assim durante toda a noite e o tempo presente, restante, que pudesse servir pra sonhar-se.
Não sei se ainda estou em você, não sei se você ainda está em mim. Mas,
Quero lembrar do que vivi, pra ressenti-la
E depois esquecer que fomos tristes
Pra que a felicidade, assim, das próximas vezes
Seja um tantinho mais inconseqüente.
Enquanto dure.
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Ler-te
A alma feminina da sabedoria
O conhecimento elemental
Palavras preciosas
Colhidas em seu estado natural
Tua leitura me fez homem
Me refez menino
Me desfez conceito.
Sigo lapidando sentimentos
Todos me ouvem
Me vêem
Me lêem
Me dissecam
Me devoram, e adoram!
De pedaço em pedaço me desintegro
Íntegro.
Torno a ser bruto e inocente como a flor
A Terra me consome, não sinto dor
Já estou entre os novos, entre os antigos.
Já estive entre os mortos
Entre os artigos, da academia.
Na prateleiras dos Andes, em livrarias
Livros?
Prantos do dia?!
A todos que me leram, que liam
Por amor, paixão ou amizade
Aos que me lerão
Espero deixar saudade
Mais que um livro frio, ou réquiemtado
Pra ignorar a ignorância
A solidão.
O conhecimento elemental
Palavras preciosas
Colhidas em seu estado natural
Tua leitura me fez homem
Me refez menino
Me desfez conceito.
Sigo lapidando sentimentos
Todos me ouvem
Me vêem
Me lêem
Me dissecam
Me devoram, e adoram!
De pedaço em pedaço me desintegro
Íntegro.
Torno a ser bruto e inocente como a flor
A Terra me consome, não sinto dor
Já estou entre os novos, entre os antigos.
Já estive entre os mortos
Entre os artigos, da academia.
Na prateleiras dos Andes, em livrarias
Livros?
Prantos do dia?!
A todos que me leram, que liam
Por amor, paixão ou amizade
Aos que me lerão
Espero deixar saudade
Mais que um livro frio, ou réquiemtado
Pra ignorar a ignorância
A solidão.
sábado, 5 de dezembro de 2009
A vida é o que acontece enquanto planejamos o futuro
Quando falo em você
Estou falando em mim
Presença e ausência
Partida e chegada
Saudade e reencontro
Idas e vindas
Sons e silêncios
Notas, as pausas
O cheiro do incenso
O que sinto
O que penso
Tudo o que lembro e esqueço
A certeza das manhãs e noites.
A tarde, dúvida cruel
Na madrugada, a lembrança
De te ter, te dado ou não
Meus olhos marcando as estações como um relógio d'água
Em lágrimas, sentimentos tantos!
Teu sopro passou por mim, outro dia
Tive essa impressão, outro mês
Que ao redor da terra ao redor do sol, outro ano
Se foram muitas luas, uma eternidade...
A canção tímida
Rígida,
Da tardança do movimento de sua equinocial.
Estou falando em mim
Presença e ausência
Partida e chegada
Saudade e reencontro
Idas e vindas
Sons e silêncios
Notas, as pausas
O cheiro do incenso
O que sinto
O que penso
Tudo o que lembro e esqueço
A certeza das manhãs e noites.
A tarde, dúvida cruel
Na madrugada, a lembrança
De te ter, te dado ou não
Meus olhos marcando as estações como um relógio d'água
Em lágrimas, sentimentos tantos!
Teu sopro passou por mim, outro dia
Tive essa impressão, outro mês
Que ao redor da terra ao redor do sol, outro ano
Se foram muitas luas, uma eternidade...
A canção tímida
Rígida,
Da tardança do movimento de sua equinocial.
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Teu elemento fogo
Queria poder lhe dar o que lhe desejo!
Se soubesses que tens o poder de realizar sonhos
Se permitiria faze-lo?
Pronunciaria num canto, as palavras mágicas
Que deciframos juntos?
O mundo que compusemos entre-chitas e acordes dedilhados como rendas
A tenda, os carinhos, o calor de novembro
A poesia dos beduínos no deserto
Atravessou eras e chegou até nós de certo
Assim, árabe me encanto, e sou devoto de tua beleza
Tenhamos uma ou várias certezas, somos ciganos
Teus olhos de preciosas cores refletindo o mundo
Tua arte, teu olhar profundo, e grandeza
Tua voz, veludo verde, forte e suave como a relva
Como a luz da floresta e seus mistérios, tua alma
O abraço nobre que fortaleza e acalma
O sorriso que desperta e ressuscita a vontade de viver e brincar!
Esse é o teu poder, tende piedade
Teu corpo é amor, tua essência é paixão!
Tua melodia (eu suspiro) me invade.
Quem se torna escravo de tuas vontades
Vive a liberdade de teu infindo coração.
Teu elemento é o fogo, que me invade
Admiro-te por sua realeza e humildade
Sou capricorniano, tu és de escorpião.
Se soubesses que tens o poder de realizar sonhos
Se permitiria faze-lo?
Pronunciaria num canto, as palavras mágicas
Que deciframos juntos?
O mundo que compusemos entre-chitas e acordes dedilhados como rendas
A tenda, os carinhos, o calor de novembro
A poesia dos beduínos no deserto
Atravessou eras e chegou até nós de certo
Assim, árabe me encanto, e sou devoto de tua beleza
Tenhamos uma ou várias certezas, somos ciganos
Teus olhos de preciosas cores refletindo o mundo
Tua arte, teu olhar profundo, e grandeza
Tua voz, veludo verde, forte e suave como a relva
Como a luz da floresta e seus mistérios, tua alma
O abraço nobre que fortaleza e acalma
O sorriso que desperta e ressuscita a vontade de viver e brincar!
Esse é o teu poder, tende piedade
Teu corpo é amor, tua essência é paixão!
Tua melodia (eu suspiro) me invade.
Quem se torna escravo de tuas vontades
Vive a liberdade de teu infindo coração.
Teu elemento é o fogo, que me invade
Admiro-te por sua realeza e humildade
Sou capricorniano, tu és de escorpião.
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Tua luz
Pensei te escrever algo
Que ti fizesse sentir o que sinto
Mas como?!
Meus sons estão distantes
Não tenho esse poder.
Pelo menos até que me conceda.
Um sorriso a mais
Um beijo não seria demais
Teu universo com um simples aperto de mão
Teus sonhos, me dão luz ao coração
O corpo presente rodopiando
Dançando de acordo com a música
Que vou inventando
Assim vou te recompondo
Imagens presentes em meu dia dia
Noite a noite.
Eternidades e solidões
Me fazem pensar com paixão.
O céu daqui é o mesmo céu teu!
Abstraia por um segundo
O brilho artificial da cidade
Na constelação de Órion habitam meus deuses
Tu estás la, em minhas horações
O feminino inumano cósmico
Desenhado entre as estrelas
sim, é você.
São meus delírios projetados, no tempo,
Em que a razão não me faz tanta falta
Prefiro admitir e dizer que o trago,
A falta do teu cheiro
E que teus olhos e sorriso
Estão tatuados em minhas retinas
E tudo que o alguém tentar ler em minha alma
Só poderá ser traduzido
Através do seu carinho
Que ainda tento conquistar
Enquanto distante canto.
...
Que ti fizesse sentir o que sinto
Mas como?!
Meus sons estão distantes
Não tenho esse poder.
Pelo menos até que me conceda.
Um sorriso a mais
Um beijo não seria demais
Teu universo com um simples aperto de mão
Teus sonhos, me dão luz ao coração
O corpo presente rodopiando
Dançando de acordo com a música
Que vou inventando
Assim vou te recompondo
Imagens presentes em meu dia dia
Noite a noite.
Eternidades e solidões
Me fazem pensar com paixão.
O céu daqui é o mesmo céu teu!
Abstraia por um segundo
O brilho artificial da cidade
Na constelação de Órion habitam meus deuses
Tu estás la, em minhas horações
O feminino inumano cósmico
Desenhado entre as estrelas
sim, é você.
São meus delírios projetados, no tempo,
Em que a razão não me faz tanta falta
Prefiro admitir e dizer que o trago,
A falta do teu cheiro
E que teus olhos e sorriso
Estão tatuados em minhas retinas
E tudo que o alguém tentar ler em minha alma
Só poderá ser traduzido
Através do seu carinho
Que ainda tento conquistar
Enquanto distante canto.
...
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Meu peito-oratório
Ê saudade esquecida
Que quer criar vida nessa escuridão
Não faz de meu peito oratório
E de purgatório o meu coração
Meu desejo se foi com o tempo
Contra-tempo de todo querer
Mas você entoou seus lamentos
Com benditos pra disparecer
Teu desejo foi pecado e seguia
Pelas ruas penando a sofrer
E de velas acesas pedia
Pra o meu canto lhe interceder
Ê saudade esquecida
Que quer criar vida nessa escuridão
Não faz de meu peito oratório
E de purgatório o meu coração
Mas meu canto penou um bocado
De joelhos rastejando ao chão
E a penitencia rasgou meu peito
Com o querer sem jeito
Que nos deu tanta canção
E agora compondo eu me lembro
Que nas noites de oração
Minhas promessas seguiam teus olhos
Nas candeias, sem fim procissão
Entoando tristeza e alegria
Nas ladeiras de teu coração
Que quer criar vida nessa escuridão
Não faz de meu peito oratório
E de purgatório o meu coração
Meu desejo se foi com o tempo
Contra-tempo de todo querer
Mas você entoou seus lamentos
Com benditos pra disparecer
Teu desejo foi pecado e seguia
Pelas ruas penando a sofrer
E de velas acesas pedia
Pra o meu canto lhe interceder
Ê saudade esquecida
Que quer criar vida nessa escuridão
Não faz de meu peito oratório
E de purgatório o meu coração
Mas meu canto penou um bocado
De joelhos rastejando ao chão
E a penitencia rasgou meu peito
Com o querer sem jeito
Que nos deu tanta canção
E agora compondo eu me lembro
Que nas noites de oração
Minhas promessas seguiam teus olhos
Nas candeias, sem fim procissão
Entoando tristeza e alegria
Nas ladeiras de teu coração
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
SUSpiros
A primeira vez que lhe vi
Você estava perfeita,
Introspecta.
Tão calma...
E eu me lembro que de repente
Uma flor brotou dos meus dentes
Quando você me lançou um sorriso!
Então, nada mais foi preciso!
No teu mote fiz um improviso
E meu desejo musicou tu'alma.
Ali, como num transe
O que buscava, encontrei
Traguei tua beleza, me embriaguei
E em canções, me transformando
Teus suspiros, como sinos, me deram a luz
(Eclodiu em meu peito, um acorde SUS)
Eram os Som-nhos que hoje vou desencantado.
Você estava perfeita,
Introspecta.
Tão calma...
E eu me lembro que de repente
Uma flor brotou dos meus dentes
Quando você me lançou um sorriso!
Então, nada mais foi preciso!
No teu mote fiz um improviso
E meu desejo musicou tu'alma.
Ali, como num transe
O que buscava, encontrei
Traguei tua beleza, me embriaguei
E em canções, me transformando
Teus suspiros, como sinos, me deram a luz
(Eclodiu em meu peito, um acorde SUS)
Eram os Som-nhos que hoje vou desencantado.
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Transluzindo futuros
Me deixaste feliz.
Tantos gozos, de querer, tu me daria.
De outra forma, não me despediria,
Deixei pra ti meu cantar numa incelença!
E parti
Antes que fosse um novo dia
E eu já não tivesse alegria
A graça da tua doce presença.
O tom da tua voz de magia.
Nas horas de prazer, mais intença.
O bailado d'teu corpo transluzindo futuros.
Tantos gozos, de querer, tu me daria.
De outra forma, não me despediria,
Deixei pra ti meu cantar numa incelença!
E parti
Antes que fosse um novo dia
E eu já não tivesse alegria
A graça da tua doce presença.
O tom da tua voz de magia.
Nas horas de prazer, mais intença.
O bailado d'teu corpo transluzindo futuros.
O som do teu nome
Além das inevitáveis, tantas outras, várias impressões
Ficou em minha mente.
O som do teu nome
Em poesia
Percorrendo uma lógica incomum
Nas veredas de meus pensamentos
Formaram-se desenhos complexos
De uma simplicidade absurda e bela
A palavra em sua essência
Os olhos...
As cores, os significados dos astros, em relação
Infinitos cálculos inmatemáticos
O som do teu nome, a voz, a cheiro
Os ritos, signos e símbolos!
Te senti...
Lutadora. Guerreira. Mulher.
Pense tudo o que quiser,
Agora, isso é o que tenho
E um ouvir perdido, confundindo, olhares.
Sou eu, um em milhares, tantas vindas aqui...
És tu, a melodia, em tantas possibilidades
A harmonia que escolhi.
Ficou em minha mente.
O som do teu nome
Em poesia
Percorrendo uma lógica incomum
Nas veredas de meus pensamentos
Formaram-se desenhos complexos
De uma simplicidade absurda e bela
A palavra em sua essência
Os olhos...
As cores, os significados dos astros, em relação
Infinitos cálculos inmatemáticos
O som do teu nome, a voz, a cheiro
Os ritos, signos e símbolos!
Te senti...
Lutadora. Guerreira. Mulher.
Pense tudo o que quiser,
Agora, isso é o que tenho
E um ouvir perdido, confundindo, olhares.
Sou eu, um em milhares, tantas vindas aqui...
És tu, a melodia, em tantas possibilidades
A harmonia que escolhi.
sábado, 29 de agosto de 2009
Timidez
Foi humilde, mas, de coração.
Mesmo ainda não sendo tudo...
Feche os olhos!
...
Existem muitas palavras não ditas
Versos inacabados, impronunciados, acreditas?!
Perdidos nos olhos, sentidos apenas.
Como um prenúncio entoado em destino
Brincando de ser um eterno menino
Que não sabe agir quando acenas,
Mas depois saltita afobado
Gritando paixão, entre a flor do desejo
E o perfume sagrado que acompanha teu beijo
Mesmo antes dele ter sido dado.
Mesmo ainda não sendo tudo...
Feche os olhos!
...
Existem muitas palavras não ditas
Versos inacabados, impronunciados, acreditas?!
Perdidos nos olhos, sentidos apenas.
Como um prenúncio entoado em destino
Brincando de ser um eterno menino
Que não sabe agir quando acenas,
Mas depois saltita afobado
Gritando paixão, entre a flor do desejo
E o perfume sagrado que acompanha teu beijo
Mesmo antes dele ter sido dado.
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